Escuta clínica individualizada e singular

Um espaço dedicado a você. Aqui, além de ser escutado de maneira única e individualizada, você encontrará uma oportunidade de se fazer escutar profundamente. Por que não se permitir entrar nessa experiência e iniciar sua jornada de auto(re)conhecimento?

William Pereira Couto
William Pereira Couto

William Pereira Couto

William Pereira Couto é psicanalista, formado em Psicologia pela PUC-SP, com especialização em Psicopatologia e Saúde Pública pela FSP-USP. Atua desde 2010 em contextos institucionais e clínicos, com experiência em serviços de saúde mental, projetos sociais e clínica particular.

Atualmente, realiza atendimentos psicanalíticos presenciais, online e em formato híbrido, além de supervisão clínica e cursos em psicanálise. Mantém formação contínua em psicanálise freudo-lacaniana, sustentando uma prática ética, rigorosa e comprometida com a singularidade do sujeito.

Como (pode) funcionar o processo analítico

Passo 1

Você pode estar enfrentando uma grande questão ou um conjunto delas. Esse pode ser o ponto de partida para agendar uma entrevista inicial. A partir dessa queixa, que será identificada como fundamental, o processo de análise se inicia.

Passo 2

Uma vez iniciado, sua queixa inicial será aprofundada, como a ponta de um iceberg, revelando outras camadas de questões. Isso não desconsidera a importância da sua queixa inicial, mas abre espaço para investigar o que está além dela.

Passo 3

Ao longo do processo, é normal haver altos e baixos. Questões “adormecidas” ou silenciadas podem dar a sensação de que tudo está resolvido, mas ao se engajar na análise, você poderá enfrentar resistências e desafios ao longo do caminho.

Passo 4

Embora a palavra “cura” seja comum em outras abordagens, na psicanálise buscamos a elucidação das suas questões, a apropriação do que realmente deseja e o fortalecimento dos seus recursos internos. Ao falar e ser escutado, o alívio e a reconexão com sua própria história podem surgir de forma ressignificada e transformadora.

Textos

"...mas afinal é preciso começar a amar, para não adoecer, e é inevitável adoecer, quando, devido à frustração, não se pode amar."

Sigmund Freud (1856-1939)